Arquivo para outubro de 2009

Besouro: Rico em Brasilidade, mas pobre de Ginga

Nessa época de cinema nacional “Globalizado” (no sentido de feito pela GloboFilmes), é muito curioso encontrar um produto nacional como Besouro. Ele não tem nada a ver com a última leva de filmes brazucas de conversões da TV para o cinema, como é feito, com eficiência, por Daniel Filho. Também passa longe dos conflitos intra urbanos das cidades modernas, da ultraviolência estetizada que foi tão duramente criticada no início dos anos 2000, que culminou no Tropa de Elite. Muito pelo contrário. É verdadeiramente original em sua base e cenário, algo que raramente pode ser falado hoje no cinema nacional. Besouro é um filme brasileiro tanto quanto um filme pode se auto intitular dentro de um gênero tão amplo. E esse é exatemente o problema da produção, que não se decide nem como drama histórico, nem como filme de ação. Seria bom aprender com os chineses que operaram os cabos, por que eles sim, entendem o que é necessário em filme de porrada.

Besouro retrata o período imediato da pós escravidão no interior do recôncavo Bahiano. Focado na cultura negra, somos apresentados a Mestre Alípio Interpretado por Macalé. Ele estereótipo do Preto Velho da figura do candomblé, figura referencial e reverenciada por conhecer os caminhos tanto políticos quanto Místicos e culturais. Também somos apresentados ao ainda-não-super capoeirista Besouro, interpretado pelo mestre de capoeira Aílton Carmo. Sob a já experimentada batuta da preparadora de atores Fátima Toledo (Cidade Baixa e Cidade de Deus), todos os atores parecem bastante à vontade, mesmo os que não são atores profissionais.

Um pra lá, dois pra cá, e um pé na cara!

Um pra lá, dois pra cá, e um pé na cara!

Após a morte de Alípio nas mãos dos Subordinados do Coronel Venâncio, encarnado por Flávio Rocha, sem maldade o suficiente no sangue. Deveria receber uma tranfusão de maldade do pernambucano Irandhir Santos, que interpreta o capitão-do-mato Noca, esse sim o tipo de vilão que todos amam odiar num filme de ação. Admitindo que Tio Ben, quer dizer, Mestre Alípio, morreu por seu descuido, e com alguma ajuda da interessantíssima figura de Exú, Besouro aceita que com Grande Responsabilidade vêm grande Poder e se refugia nas matas, onde recebe bençãos dos Orixás, numa sequência extremamente interessante. Após isso, ele inicia sua campanha terrorista para conseguir a real libertação de seu povo das garras do Coronel Explorador.

Vai lá e desce o malho neles, negão!

Exú, parafraseando General Zod (Superman 2): Ajoelhe-se perante Zod!

Okay, eu sei que Besouro, o Corda Dourada, é uma figura histórica e tem de ser tratado como um certo respeito e reverência pela sua importâncual cultural. Mas o problema é outro, e por assim dizer, mais embaixo: Quando se faz uma história para um filme, ficcional, inspirada ou não, é preciso ter uma idéia MIUTO clara de que tipo de história deseja ser contada. E cada tipo de história, ficcional ou não, possui suas próprias necessidades de alocação de elementos. Bastardizando bem a coisa, se você quer contar a história do Homem Aranha, você não pode gastar 40 minutos falando de como os fotógrafos freelancer são mal tratados nas redações.

Portanto, Besouro peca não pela fotografia, extremamente bem feita e planejada com esmero. Também não falha pelo áudio, problema comum do cinema nacional feito fora de um estúdio de TV. Muito pelo contrário, os sons são limpíssimos, e tem excelente trilha da Nação Zumbi e Gilberto Gil, entre outros.O problema é que falta besouro no filme. Olha vou ser franco com vocês que estão lendo. Se você faz “um filme de super herói”, vá assistir filmes de super heróis. No mínimo, assista Star Wars. Se puder ir mais além, leia as obras de Joseph Campbell sobre a estrutura dos mitos, que é a bíblia de cabeceira deste tipo de história. Primeiro, os heróis APRENDEM a usar as habilidades que recebem. Isso faz parte e facilita a identificação do que ele pode ou não fazer, e cria empatia com a audiência. Besouro passa da capoeirista competente a Super Capoeirista mais rápido do que Michael Schumaker passa da primeira pra sétima marcha, com a benção dos orixás. Ainda bem que os orixás não abençoaram Michael Schumaker senão ele ainda tava correndo até hoje.

Se ISSO não resulta num nocaute automático, nada mais consegue...

Se ISSO não resulta num nocaute automático, nada mais consegue...

Essa transformação em herói leva tempo em tela. E em Besouro, esse tempo é gasto com o desenvolvimento de outros personagens, como o amigo de infância de Besouro, Quero-Quero(Anderson Santos), e a bela Dinorah (Jéssica Barbosa, que também interpreta a orixá Iansã), namorada dele, que serve na casa grande do coronel, mas é envolvida com a capoeira/movimento de resistência.

Portanto, se tem alguma coisa que falta, é o próprio Besouro no filme, e sendo esta uma releitura fantástica de uma figura histórica, ficou faltando a relação dicotômica entre vilão e herói, e sobretudo, faltou o combate. Isso. Faltou capoeira num filme sobre capoeira. Faltou vermos Besouro arregaçar, com felicidade, os minions empregados do vilão coronel from hell. Em outras palavras, faltou o diretor João Daniel Tikhomirrof conversar com o Dee Dee, o responsavel pelas coreografias e usos dos cabos comuns aos filmes de Kung Fu de Hong Kong, e aprender algo com ele. Se o enfoque fosse um drama histórico, era melhor ter deixado os orixás um pouco mais fora dessa. Não foi o caso.

Não me entendam mal. Besouro vale MUITO a pena. É um filme de direção estética sensível, que mostra uma época pouco retratada e por um ponto de vista diferente do que estamos acostumados, algo que é MUITO necessário no cinema brasileiro atual. Ele tem atores que se encaixam bem nos papéis, preparados com cuidado, com coreografias de luta curtas mas competentes, e algumas sequências perturbadoramente eficientes, como o contato de Besouro com os Orixás, que ficaram magistralmente representados, ao menos para mim que conheço pouco sobre o candomblé. Mas ficou faltando definir BEM que aspecto do Corda Dourada seria contado: O super-herói ou o guerrilheiro.

O que ele tem de Genial – Brasilidade extrema, bons atores (profissionais ou não), bem coreografado e original. Lutas legais, Orixás GENIAIS. Exú é decidadamente “O Cara”.

O que ele Não tem de genial – Falta Besouro, que fala pouco e aparece menos do que deveria. Falta um confronto satisfatório com um oponente digno. As coisas ficam muito fáceis e isso prejudica a trama. Desperdicio de excelentes personagens.

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Princess Robot Bubblegum

OrnitorrincoQuem já jogou GTA IV e deu uma passada rápida nas televisões nas casas sabe que os desenvolvedores puseram bastante esforço na criação dos programas de TV. Sempre hilários, ácidos e provocativos, eu sou capaz de passar um bom tempo só folheando os canais e rindo até das propagandas.
Quem está jogando ou jogou GTA IV e nunca ligou a TV, convido-o a ir lá imediatamente e se deliciar com o humor e distração dos roubos de carro e tiroteios com gangues e policiais. Vale a pena.

Conhecendo a fama que seus programas de TV ganharam com os fãs, a Rockstar promete repetir a dose em GTA IV: The Ballad of Gay Tony, expansão de GTA IV, ou, GTA: Episodes of Liberty City, que junta dois DLC de GTA IV. Um dos trailers da série que irá integrar o novo repertório da TV é Princess Robot Bubblegum, a paródia de anime criada pela Rockstar.
Princess Robot Bubblegum
Uma heroína voluptuosa que atira mísseis de seus peitos transformados (?), e que por vezes tem que dormir com alienígenas para salvar a humanidade que atualmente ser encontra infestada de robôs, a série ainda conta com dublagem ruim e falas mal traduzidas. Certamente algo que irei assistir com afinco, ainda espero pelo resto dos programas, que prometem ser tão insensatos e hilários como este.

veja o trailer:

[Kotaku]

This is It – A Última Performance do Rei do Pop

Antes de mais nada, quero dizer que não é muito fácil escrever sobre esse filme, por onde começar?

Recentemente, essa coisa do digital nos trouxe a volta do filme-evento, a idéia de usar a sala de cinema para outras coisas que não são filmes de ficção ou documentários. Na época das entre guerras, a instituição do cinejornal não era incomum, algo como ir ver um filme e ter um mini jornal nacional narrado por Cid Moreira. A coisa toda morreu com escalada da televisão como uma forma mais rápida e prática de comunicação audiovisual em massa. E foi exatamente no auge dessa ascenção que Michael Jackson se tornou Rei do Pop.

Talvez o melhor título para o filme fosse This WOULD be It...

Talvez o melhor título para o filme fosse "This WOULD be It"...

Com a facilidade de captação trazida pelas tecnologias digitais, passamos a ter material digital de fácil acesso e divulgação, e surgiu a idéia do filme evento. Um material audiovisual que não é um filme em nenhum sentido da palavra exceto pelo fato de estar projetado. Não é estranho assistir jogos de futebol na telona. Recentemente tivemos um show 3d do U2 que passou naquela sala do Box Guararapes, de modo similar ao que acontecia no período entre guerras.

É nesse contexto que entrou ontem nos cinemas por apenas o estranho material que é Michael Jackson – This is It. O material é uma colagem de material recolhido durante os ensaios da mega sequência de Shows que aconteceria em Londres, bem antes do polêmico astro ficar na horizontal para todo o sempre.

O material foi captado tanto em alta definição como baixa. Algumas imagens são claras, bem fotografadas, outras são provavelmente de uma pequena câmera de mão em DV ou HDV de baixa qualidade. Na verdade, o filme tem muito pouco de documentário, já que dedica muito pouco tempo sobre o making of ou a sobre o interessantíssimo histórico do agora defunto rei do Pop.  É realmente uma colagem desse material de B-Roll, nome dado na indústria cinematográfica para as imagens não tratadas da gravação que geralmente são usadas em materiais de Bastidores e Making Of.

São duas horas de excelentes ensaios, músicas que marcaram a história e definiram o que consideramos pop. Michael Jackson, magro como ele só, nos brinda com sua performance e perfeccionismos excepcionais. Realmente, teria sido um TREMENDO show, e o diretor Ortega realmente faz questão de deixar isso bem claro. Realmente, se for visto como um documentário, ele cumpre o papel de registrar em tela grande a última performance de MJ nos palcos.

No entando, o peso de 2 horas de michael jackson tem suas consequências, já que praticamente não temos intercuts narrativos. Eu não sou um fã de verdade dele, então depois de uma hora e meia de Michael Jackson dançando sem plateia nenhuma e com apenas 2 ou 3 câmeras, a coisa começa a ficar pesada nos ombros. Recomendo somente para fãs, ou então para quem quer assistir os bastidores de um mega show.

O que ele tem de Genial – Michael Jackson numa seleção musical que prova que ele realmente era cheio de ritmo. Bastidores de uma superprodução MEGA bem feita. Alto valor documental para a história audiovisual do pop.

O que ele têm de Não Genial – Michael Jackson durante duas horas sem você estar num estádio é começa a cansar. Quando ele começa a mostrar as cenas gravas de Heal the World, é uma BOA hora de ir ao banheiro.

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Fazendo propaganda com moscas

Uma empresa alemã teve a grande sacada de amarrar propagandas em moscas para se promover em um evento.

Para conquistar a atenção do consumidor vale de tudo não é mesmo?

fonte: geekologie

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Review PSPGO

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Esse, que passou por todo tipo de rumores e teorias finalmente chega aos nossos braços. O novo concorrente para o DSi da Nintendo definitivamente veio para ficar e conquistar mais ainda os gamers de todo o mundo.
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Cientista japonês cria robô fofinho que pula

Só o japão mesmo para conseguir fazer robôs fofinhos, e com cara de inocente.

O cientista Tomotaka Takahashi, criou essa coisinha meio desengonçada que além de responder comandos de voz, pula uma altura de 8cm. batizado de Ropid – uma combinação das palavras robô e rápido (em inglês), ele mede 38 centímetros, pesa 1,6 quilos e suas coxas e tornozelos foram projetados para conservar energia.

Segundo Takahashi ele prefere construir robôs que possam entreter e ajudar as pessoas no dia-a-dia (mas deixa a idustria bélica descobrir essa inveção para você ver uma coisa :D )

o garotinho em ação:

Fontes: BBC Brasil, twitter :D

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Leonardo Da Vinci – ‘ANATOMY TO ROBOTS’

Leonardo Da Vinci – Anatomy to Robot, é uma amostra do seu trabalho como anatomista, artista e cientista que irá ocorrer em  Southbank, Melbourne de 17 outubro de 2009 até 31 de janeiro de 2010.

é uma exibição surpreendente que irá mostrar as obras e os experimentos de Da Vinci de um jeito bem diferente. com direito a teste de “robôs” que ele criou e até uma reconstrução de um dos seus quadros.

obs: Destaque para o projeto de exterminador do futuro criado por Da Vinci ( ele realmente era um visionário) :P

como fica dificil para muita gente ir ver a exposição, fica aqui uma amostra grátis feita pelo pessoal do Clube do loser:

Leonardo Da Vinci – Anatomy to Robot from The Muc on Vimeo.

Fontes: Clube do loser, uol

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IV Mostra Recife de Fotografia

Uma boa oportunidade pra quem gosta de fotografia e quer divulgar seu trabalho, é participar da IV Mostra Recife de Fotografia, que integra a 3ª Semana de Fotografia do Recife e acontece entre os dias 15 e 21 de novembro, com o intuito de aumentar a visibilidade das produções tanto locais quanto nacionais.

O mais legal dessa mostra é que ela é bem ampla e os temas são livres, permitindo fotografias analógicas ou digitais, de fotógrafos amadores ou profissionais, além de artistas que trabalhem com a linguagem fotográfica (fotos manipuladas) e desclassifica apenas trabalhos com baixa resolução ou com conteúdo ilegal, mas o resto passa pela comissão julgadora.

A inscrição é gratuita, já está acontecendo e se estende até o dia 2 de novembro. Eu participei da I Mostra com as fotos que fiz do lixão da muribeca e o resultado foi bem positivo! Recomendo a todos =]

Quer saber como participar, quais as formas de envio e obter dicas para a produção do vídeo? Leia mais $raquo;

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Tesla faz 501km em uma só carga – Tome isso, indústria petrolífera.

Tomando o gancho do Klozz no aspecto carro, eu vim aqui para dar um update na questão de energias alternativas.

Prestem muita atenção nessa indústria chamada TESLA. Muita atenção mesmo.

Leiam bem a distância escrita na plaquinha...

Leiam bem a distância escrita na plaquinha...

A Tesla Motors é uma das pioneiras na parte de células de energia (leia-se pilhas recarregáveis de alta capacidade) para motores, e tem quebrado um monte de espectativas. Eles fizeram um carrinho massa, o Roadster, e agora estão colocando a maior banca com esse modelo extremamente boy. (O Roadster só tem dois lugares… hehe. )

Tudo lacrado. Não que eles possam achar um recarregador no meio do Outback australiano...

Tudo lacrado. Não que eles possam achar um recarregador no meio do Outback australiano...

Mas ontem, ela bateu um novo Recorde. Em um teste com testemunhas na austrália, o carro esporte que eles fabricam, o Roadster, fez 501 km numa só regarga. Sem apelação e sem troca de pilhas no meio do caminho.

Só para a gente lembrar economia básica de posto, 501 km, são aproximadamente 41.5 litros de gasolina, ou seja, pouco mais que um tanque de um carro popular daqui. Se estiver bem regulado fazendo 12km por litro. :)

Portanto, podemos esperar mais e mais carros elétricos de alta performance para um futuro não tão distante.

Só vale lembrar que as regras constitucionais ainda se aplicam: Se beber não dirija. Nem carros elétricos. Eles pelo jeito correm a mesma coisa que os normais. Não foi culpa do cara do Tesla, mas vejam só o que aconteceu na Dinamarca. Usar carros verdes não te deixa imune aos acidentes com outros carros que ainda poluem…. Bwahahahaha.

Aparentemente, usar um carro verde não te deixa imune aos outros carros movidos a gasolina...

Bateu na traseira, já tá errado velho!

Fonte: Wired.com

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Carro de tecido da BMW

A BMW lançou um protótipo para lá de inovador, GINA é um carro que substitui a carroceria de metal por um tecido super resistente e maleável.

Por ser flexível ele pode se moldar de acordo com o gosto do usário e são “N” possibilidades de combinações, e por sinal dai veio seu nome, que em uma tradução rápida seria algo como Geometria e funções em N adaptações.

vejam como ele se molda quase por completo, destaque para a abertura do “capô” do motor que abre como se fosse zíper:

fonte: Blogauto

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Big Dog by Boston Dynamics

Aproveitando o  post do amigo Bernardo mostrando o protótipo bípede “Petman” da Boston Dynamics  e mesmo pensando ser uma notícia de cerca de uma ano atrás é possível que alguns de nossos leitores não tenham visto essa belezinha operando.

O Big Dog é um robô quadrúpede em desenvolvimento com recursos financeiros das forças armadas dos USA, quem viu essa coisinha se mexendo e equilibrando (com 100kg de carga) com certeza pensou nos Metal Gears carregando ogivas por aí, daqui há algum tempo. Vamos torcer para que as “coisinhas” sejam usadas para o bem, eu particularmente tenho pesadelos só de pensar em cem maquinas dessas zunindo ao mesmo tempo num campo de batalha…


Uma versão japonesa humanizada e mais barata:

Se eu visse um troço desse na rua, eu chutaria com certeza

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The Google Story

Um resumão contando a história do google. Bem legal :D .

obs: vejam como aos poucos ele vai dominando o mundo, tenho muito do medo do que pode vir depois :P

fonte: GoogleChannelUK

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